sábado, 23 de maio de 2009

Em foco


Pelas janelas
a deusa de ébano
os instiga:

silentes
ágeis fantasmas
flutuam em cinzas

tão sós, tão luas, tão nós...

Lou Vilela
23/05/09



* Este poema foi publicado no Balaio Porreta nº 2685, de 07/06/09.
.

12 comentários:

Hercília Fernandes disse...

Belo poema, minha cara.

A sua deusa de ébano nos provoca boas sensações poéticas.

Beijos :)
H.F.

Mirse disse...

Lindo, Lou!

"Tão sós, tão luas, tão nós"

Fantasmas de nossas vidas!

Parabéns, amiga!

Adorei!

Beijos

Mirse

paulinho damascena disse...

Que lindoooooooooo!
tudo muito maravilhoso no seu Blog, adorei...

Vou sempre passar por áqui,
espero uma visita sua ao meu blog

http://souzapc.zip.net/

nina rizzi disse...

que delícia, lou :)

Graça Pires disse...

Tão sós. Tão luas. Tão nós. A poesia no feminino. Um beijo.

Úrsula Avner disse...

Lindo Lou... Gosto de tudo o que voce escreve. Já sou sua admiradora. Bjs.

Lou disse...

Sim, Hercília... o que seria dos poetas e dos amantes sem ela? :)

Beijos,
Lou

Lou disse...

Mirse,

Gosto desse verso que você destacou, mas sou suspeita. rsrs

Beijos, querida!
Lou

Lou disse...

Paulinho,

Fico feliz que tenha gostado! Seja bem vindo e volte sempre que desejar!

Abraços,
Lou

Lou disse...

Obrigada, Nina! :)


Bjkas

Lou disse...

no feminino e no plural, Graça. :)

Um grande abraço!
Lou

Lou disse...

Obrigada, Úrsula! Sinto-me lisonjeada. :)

Bjs