sexta-feira, 6 de agosto de 2010

ARRANHA-CÉUS

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* Postado originalmente em  02/08/09.
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26 comentários:

Úrsula Avner disse...

Oi Lou, como de costume, seu talento e criatividade sobejam. Bj.

Cosmunicando disse...

demais Lou!
beijos

rua do mundo disse...

lou

gostei paka!!!rs
bjs

BAR DO BARDO disse...

caí no chão...

Maria Paula Alvim disse...

bonito ( como sempre, né?) Bjão

b disse...

Você certamente une uma imaginação incrìvelmente criativa e crítica.

Adriana Godoy disse...

PÔ!! Fiquei de boca aberta a olhar o céu. Beijo.

Mirse disse...

Muito lindo, Lou!

Parabéns!!

Beijos

Mirse

guru martins disse...

...deplorando
a paisagem e
te fazendo
explorar
a linguagem...

bj

nina rizzi disse...

eu sempre odiei o concreto a interromper a paisagem. e sempre amei a poesia interrompendo minhas dores.

boníssimo, lou :)
beijo.

Hercília Fernandes disse...

Crescem a cada dia as flores de concreto, minha amiga. Há quem estranhe, inclusive, quando naturais...

Belo poema-visual, Lou. Parabéns!

Beijos :)
H.F.

Mai disse...

Me fizeste pensar na expansão imobiliária desmedida, como cemitérios verticais urbanos.

Gosto muito do modo como organizas teu pensamento, sem prejuízos à criatividade.
Isto sim, é genial.

grande abraço

A.S. disse...

Lou...

Como se fosse um perfil fálico que cada cada vez mais se eleva... deflorando!


Abraços, Lou!
AL

José Carlos Brandão disse...

Flores de concreto! - é de estarrecer.
bj.

Jorge Pimenta disse...

poesia visual, interventiva, sensível. concretamente, flores de tinta irrompendo numa paisagem que consome duas variáveis vitais: tempo e vida!
arrepiantemente bom, lou!

Cris de Souza disse...

Síntese apuradíssima...

Beijos, caríssima!

Betha Mendes disse...

Belo poema em que o visual e as palavras se completam e dão asas à imaginação.

abç

Betha

Graça Pires disse...

Um poema visual muito significativo e crítico...
Um beijo, Lou

AC disse...

Excelente criatividade!

Beijo :)

jessica daiane disse...

Desejo que em sua vida...
Não exista cara feia,
Não exista bolso furado,
Não exista tempo apressado,
Muito menos grãos de areia.
Não exista tempo fechado,
Não exista problema dobrado,
Não exista sonho frustrado,
Muito menos amor acabado.
Não exista amigo esquecido,
Não exista negócio falido,
Não exista boato mexido,
Muito menos dinheiro sumido.
Não exista tempo nublado,
Não exista ambiente abafado,
Não exista corpo dobrado,
Muito menos bom senso abalado.
Não exista mágoa engolida,
Não exista emoção reprimida,
Não exista alma sofrida,
Muito menos felicidade perdida...
Só desejo que você seja feliz!!!
ADOREI SEU BLOG BJS EM CASCATA

Lou Albergaria disse...

Demais seu talento, sensibilidade e alma de poeta!!!

Admiro muito o seu trabalho de poeta!!!

Você me encanta cada vez mais!

Beijos!!!

gabyshiffer disse...

Olá Lou,
vi uma postagem sua no blog da Loba e vim conhecer...
Adorei e ja estou te seguindo
:)
Parabéns pelos lindos poemas vou adorar voltar sempre

Antes de ir lhe deixo um abraço e um beijo carinhoso...


"...eu nunca lutei para deixar-te nada além do amanhã indispensável: um quintal de terra verde onde corra, quem sabe, um córrego pensativo; e nessa terra, um teto simples onde possas ocultar a terrível herança que te deixou "tua mãe" apaixonada - a insensatez de um coração constantemente apaixonado." (V. Moraes)

dade amorim disse...

Lindo e criativo, Lou, bem típico de você.

Beijo grande.

jefhcardoso disse...

E quantas vidas!!!
Jefhcardoso do
http://jefhcardoso.blogspot.com

Assis Freitas disse...

a poesia só entende de florar, dar vida,


cheiro

Lou Vilela disse...

Meus caros,

Feliz com a presença de cada um de vocês!

Beijos