terça-feira, 8 de setembro de 2009

Um conto sem réis


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Naquele pardieiro
ecos paredes rachadas
de risos de bocas
esfomeadas
vazamentos incontidos
profundo (a)mar


Lou Vilela





* Réis: para saber mais clique  aqui.

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12 comentários:

Bezerra Guimarães disse...

Que lindo!!!

Parabéns Lou!



Beijossss...

BAR DO BARDO disse...

... desse pardieiro sou sócio remido...

Adriana Godoy disse...

Belíssimo, Lou! Uau...

Pedra do Sertão disse...

Amei o comentário poético que você deixou no Pedra do Sertão. De blog em blog vamos nos tornando leitores de textos belíssimos como este seu. abraço

Lou Vilela disse...

Obrigada, Bezerra Guimarães! ;)

Bjs

Lou Vilela disse...

Somos, Henrique! ;)

Bjs

Lou Vilela disse...

Dri Godoy,

Gostei do "uau"! rs

Bjão, minha cara!

Lou Vilela disse...

Pedra do Sertão,

Obrigada pela visita! Bem vinda!

Abraços,
Lou

nina rizzi disse...

adoro pardieros, lou. e esse ritmo me cadenciou gostoso :)

beijo.

Marcelo Novaes disse...

Lou,



Nos pardieiros o amor convive mesmo com as rachaduras. Há um quê de nostálgico na cena toda...








Beijos,








Marcelo.

Lou Vilela disse...

Também adoro, Ninoca!

Bjs

Lou Vilela disse...

Vi o recorte dessa forma também, Marcelo.

Abraços, meu caro!