sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A lista

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A folha acabara de se desprender e cair.
Secaria ao sol antes de adubar a terra.


As cinzas que saíram das fornalhas
também flanaram até o chão,
terra que as acolheu sem restrições.


Aos urubus atrozes de pura casta
um sorriso verde.



Lou Vilela


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22 comentários:

sidnei olívio disse...

Fantástico!!! Beijo.

Mariana Botelho disse...

lindo, Lou!

Adriana Godoy disse...

Incrível...imagens senssacionais! beijo.

Mirse Maria disse...

Muito lindo, Lou!

Beijos

Mirse

Úrsula Avner disse...

belos e sensíveis versos Lou ! Bj.

Nydia Bonetti disse...

Que imagens, Lou!
Muito, muito, muito bonito...
Bom fim de semana, Beijos.

Adriana Karnal disse...

Gostei das cores depositando ali os sentimentos do poema...lido lou

Wilson Torres Nanini disse...

Lindo poema! Interessante a antítese entre tudo o que há de puro no poema e os urubus. Eles sempre participam da vida só depois de a morte tecida ter sido lapidada. Mas seu eu-poético não dá margem pra isso.

Kanauã Kaluanã disse...

A ti, que fertilizas as palavras tão talentosamente, um sorriso de encantamento despencado do rosto!

Beijos.

Katyuscia.

BAR DO BARDO disse...

um bilhão de interpretações...

Lou Vilela disse...

Sidnei,

Obrigada pela presença?!

Abraços

Lou Vilela disse...

Ei, Nana... bom vê-la aqui! ;)

Bjs

Lou Vilela disse...

Fico feliz que tenha gostado, Dri Godoy!

Bjkas

Lou Vilela disse...

Mirse,


Agradeço pelo carinho!


Beijos

Lou Vilela disse...

A sensibilidade está em seu olhar, Úrsula.

Beijos

Lou Vilela disse...

Nydia,

Alegra-me que tenha gostado! ;)

Um excelente domingo pra ti também!

Beijos

Lou Vilela disse...

Dri Karnal,

As cores dão o tom! ;)

Beijos

Lou Vilela disse...

Nanini,

Perspectiva interessante...

Abraços

Lou Vilela disse...

Katyuscia,

Um sorriso de agradecimento e encantamento para ti! ;)

Bjs

Lou Vilela disse...

Sim, Henrique... uma imagem para cada olhar! ;)

Beijos

Isaías disse...

sorrisos verdes me agradam..
muito bonito seu texto.

Lou Vilela disse...

Obrigada pela leitura, Isaías!

Abraços