quarta-feira, 26 de maio de 2010

O grande espetáculo

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Nos interstícios de dor
descortina-se em silêncio.

Faz uma prece e encena novos atos.


Lou Vilela





 
* O Moacy Cirne levou um de meus labirintos para o seu "Balaio Porreta 1986" - edição no. 2831, de 3 de novembro de 2009. Quem desejar conhecer o espaço é só clicar aqui.

** Texto republicado.


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10 comentários:

Mai disse...

Palcos da vida. Poesia que grita em palavra, dor e silêncio.
Grito fundo.

Beijos

Kanauã Kaluanã disse...

Não acredito na lucidez
dos homens que não doem!

(João de Moraes Filho)


Um beijo, Lou.

Natacia Araújo disse...

Descortinados versos de renovação.
Forte e belo!

nina rizzi disse...

querida, lou, uma prece aos desvalidos.

um beijo.

Mirse Maria disse...

Oi Lou!

Junto-me às suas preces!

Muito lindo, como sempre!

Beijos

Mirse

Wania disse...

Lou, no teatro da Vida participamos de todas as cenas!

Pequeno grande poema!
Adorei demais!

Bj carinhoso pra ti,
Wania

Adriana Godoy disse...

Bonito e forte. Beijo.

Gian Fabra disse...

li e achei muito bom.
continuei lendo e achei muito bom mesmo.

Marcelo Novaes disse...

Lou,



Olhar que se enriquece na brecha.






Beijos,








Marcelo.

Assis Freitas disse...

o silêncio se descortina tão abrupto. cheiro