segunda-feira, 5 de julho de 2010

Constatação

-->
quando olhos emitem uivos
banhados em luz prateada
quando a pena emudece
diante de folhas amassadas
é chegada a hora da pele
Lou Vilela
.

14 comentários:

dade amorim disse...

E o poema legitima essa hora sagrada.

Beijo, Lou.

Ígor Andrade disse...

Bonito!

Lara Amaral disse...

Depois disso, fiquei sem palavras, e até meu silêncio se arrepiou.

Lindo!

Beijos.

Jorge Pimenta disse...

a propósito de pele"

"ode à pele

arrepia
só de imaginar que respiras."

(ana salomé)

é caso para acrescentar:
arrepias-me só de pensar como escreves...
belíssimo, lou!
um abraço!

Assis Freitas disse...

e tudo o mais que se impele,

cheiro

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Pois-ia escrita em vida... ;)

Ribeiro Pedreira disse...

da pele se extrai poemas de amor e guerra.

Marcantonio disse...

A pele expele a fala.

Adriana Godoy disse...

Lindo...desnuda a pele e a alma. beijo

Juan Moravagine Carneiro disse...

Mas se por algum motivo a pele se "ausentar"...O "se"...atormenta!

abraço

carmen silvia presotto disse...

E quando a pele estala, a poesia canta!!!

Que bom te ler para seguir cantando, Lou.

Um beijo

Carmen Silvia Presotto
www.vidraguas.com.br

A.S. disse...

Quando a pena emudece,
perdem-se os medos...
escreve-se os segredos
sobre a pele que estremece
sob a ponta dos dedos!


BeijO, Lou!
AL

Renata de Aragão Lopes disse...

"hora da pele"

Amei!

Adicionarei seu espaço
às "delícias alheias"
que acompanho e recomendo!

Beijo,
Doce de Lira

Mara faturi disse...

Uiiiiiii...arrepiei pelos e poros;)
bjos