sexta-feira, 30 de julho de 2010

Quando a mão (des)governa

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Quis escrever sobre paixões
dissecá-las

: perfume volátil
tumulto dos ventos
vida morte
[insensatez].

Precisou imagem angustiosa
na retina: de ousar.
Era uma vez...


Lou Vilela


* Mais uma chamada para o lançamento do livro Maria Clara: uniVersos femininos! ;) Quem ainda não viu, é só clicar aqui.

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16 comentários:

Assis Freitas disse...

tumulto dos ventos, nas retinas

cheiro

Lua Nova disse...

Era uma vez... todo amor faz recomeçar a vida e vc tem razão: o amor também é angustiante e é preciso ousadia para sabê-lo, seja como sentimento próprio, seja como tema.
Beijos.

tonhOliveira disse...



Aflição!

Lara Amaral disse...

Uau!

E lindo o novo template.

Beijos.

Ribeiro Pedreira disse...

quando se fala de paixão, tudo é fugaz, portanto já foi.

Sandrio cândido. disse...

dissecar uma paixão, há de ser algo demasiado seco, tão fugaz...porem é algo demasiado bom.

Mai disse...

Embora a dor, resta-nos a nossa humanidade.

Beijos, querida.





P.S.


Preciso sentar e ler, ler todo este tudo poético...

Úrsula Avner disse...

Oi Lou,

mais um belo poema ! Bj e obrigada pelo carinho de sempre.

Úrsula

Patrícia Gonçalves disse...

Paixôes, era uma vez..., um bom começo para escrevê-las ou vivê-las...

Lindo poema!

P.S - Parabéns pelo livro!!!!

Lobodomar disse...

Lou, bom dia.

Que blog maravilhoso!

Li alguns poemas e estou fascinado por sua poética, quase sempre de poucas palavras, mas de imenso significado.

Um abraço, poetisa!

Jorge Pimenta disse...

não sei escrever sobre paixões, lou, mas há duas coisas que jurei a mim mesmo que não faria, se um dia me atrevesse a escrevê-las: procurar dissecá-las ou contá-las com "era uma vez". recuso-me a fazer com elas o que elas fazem comigo...
um beijinho!

Fabrício Santiago disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Fabrício e cheguei até vc através do Blog Teatro da Vida. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir meu blog Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. Estou me aprimorando, e com os comentários sinceros posso me nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs



Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.


Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.


Abraços

http://narroterapia.blogspot.com/

Juan Moravagine Carneiro disse...

um lindo e intenso caos banhado de sensibilidade...

abraço

Luiza Maciel Nogueira disse...

então, trabalho com ilustrações sim, se quiser me mande um e-mail no tainha21@hotmail.com

essa poesia é profunda, a retina já diz de toda história, tumultos, vida/morte/ insensatez! :)

bjs.

Marcio Nicolau disse...

Grato pela leitura e parabéns Lou pela publicação do livro. Voltarei mais vezes aqui.

Talita Prates disse...

também versei sobre o "era uma vez" lá no meu canto...

vim me (re)encantar
e retribuir a visita.

lindo, Lou.

um beijão, querida,
e ótimo fds!

Talita