sexta-feira, 15 de abril de 2011

Resta

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Da fome do bicho homem
um buraco que nos come.

Lou Vilela




* Criado para uma arte de Fátima Queiroz (ainda inédita).

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11 comentários:

Marcelino disse...

A fome é deveras um buraco, um oco no homem que não come.

Anônimo disse...

A ganância do homem engole o próprio homem: capitalismo selvagem.

beijos, moça
Lê.

Rosangela Neri disse...

Ai que medo!
Bom fds!
Cheirinhos.

Jorge Pimenta disse...

abismos ou as paredes brancas da morte?
toda a fome se sacia com a própria fome...
calafrio.

Wania disse...

... é o que nos resta!



Bjs, Lou

Marcello disse...

A fome de tudo que é material transforma o homem em um buraco negro.

Beijos Lou, é sempre uma honra ler seus textos.

Assis Freitas disse...

precipício sem fim,


cheiro

Arroba disse...

Em poucas palavras muito se pode dizer. Apesar das crateras que rendilham cá vamos sobre-vivendo. Uns mais do que outros Vivem!
Adorei.
Obrigada!

Geisson disse...

Curti o blog,

to seguindo, retribui!

abraços,
http://devilge.blogspot.com

carmen silvia presotto disse...

Há tantos vazios... por sorte nossa fome é de versos e Arte. Bom estar aqui refletindo contigo Lou, neste rasgo certeiro na moleira humana.

Beijos.

Carmen.

Graça Pires disse...

A ganância humana é um enorme buraco que nos suga para o fundo...
Um beijo Lou e Boa Páscoa.