sábado, 6 de agosto de 2011

Ramagem

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Quis um poema que extrapolasse:
Dimensão e vício:

Compôs-se manso
O silêncio.

Lou Vilela
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14 comentários:

Assis Freitas disse...

o poema sempre extravasa quando é silencio,


cheiro

Carol disse...

rs...

só ele mesmo pra extrapolar!

lindo!

Leonardo B. disse...

[arrumos da palavra, extensão do corpo de silêncio]

um imenso abraço, Lou

Leonardo B.

Blog do Pizano disse...

o silêncio aduba a poesia

belo

Lara Amaral disse...

Quando baixa a adrenalina, ali ele está, cheio de ressaca.

Excelente, Lou.

Daniela Delias disse...

E fez-se esse belo poema...
Bjos, Lou querida!!!

Eder Asa disse...

Não vale, Lou... silêncio sempre é poema rs

Saudades!
Abraços...

César disse...

Oi,
Desenho e poema, lindos.


Abraços.

Curiosa disse...

Lou,
lindíssimo!
linda composição de imagem e palavras ... bjo!

carmen silvia presotto disse...

O silêncio extrapola o verso...beijos Lou, bom que estejas de volta. Boa semana.

Carmen.

Lou Albergaria disse...

o silêncio é um arco-íris de sons em que podemos colher a nós mesmos...

Beijo!

Marcelino disse...

Extrapolaste a dimensão e o vício com essa arquitetura lírica.

Marcello disse...

Fiquei em silêncio admirando seus versos.
Beijos moça

P.S: Agora voltei com a internet em casa poderei ler seus tesouros.

Samara de Oliveira disse...

Olá querida... amei teu cantinho de belas palavras...

sou tua peregrina...


bjinhos...