domingo, 13 de novembro de 2011

Discriminada

Imagem extraída daqui.


toca-se a língua
meio morna, meio lenta
meia larva

incoerenteMente
re par ti da

Lou Vilela
.

10 comentários:

Evandro L. Mezadri disse...

Muito bom, Lou!
Suas poesias são muito inteligentes, enigmáticas.
Grande abraço e sucesso!

Ana Ribeiro disse...

Cada sílaba é polissêmica e nos abre a muitas leituras. Mas, conversando a gente se entende, apesar da amplidão ancestral da palavra.
Abraços poéticos

Ana Ribeiro disse...

Cada sílaba é polissêmica e nos abre a muitas leituras. Mas, conversando a gente se entende, apesar da amplidão ancestral da palavra.
Abraços poéticos

Luis Alfredo disse...

Que descoberta. Vou passear por suas palavras atraentes e depois eu volto.

FP disse...

Your blog is interesting, has left a great impression.
Best wishes
Jonas

Cynthia Lopes disse...

Lou, toda nudez
jamais será perdoada
ainda mais uma língua
afiada!
bjs

Antonio Rubilar B. Valente disse...

Olá!Gostei muito do seu blog, achei bem legal.Estou lhe convidando a visitar o meu, e se gostar, juntar-se ao grupo. Já sigo o seu! Abraços e um ótimo dia pra vc!!!

Antonio Rubilar B. Valente disse...

Olá!Gostei muito do seu blog, achei bem legal.Estou lhe convidando a visitar o meu, e se gostar, juntar-se ao grupo. Já sigo o seu! Abraços e um ótimo dia pra vc!!!

Adriana Karnal disse...

o final tá ótimo, menina!

Assis Freitas disse...

a alma no tempo que voa,

cheiro