domingo, 23 de fevereiro de 2014

Zonas do silêncio

observar o limo
crescer
adornar a pele
incrustar sentidos
ecoar um cântico
de olvido
ser pedra

Lou Vilela

4 comentários:

António Eduardo Lico disse...

Bela poesia.

Assis Freitas disse...

ser pedra e sonho
e pedra
tudo medra



cheiro

Graça Pires disse...

"Ser pedra" e saber que as pedras têm alma pelo som inquieto de nossos passos...
Um poema muito belo, Lou.
Um beijo.

Pedra do Sertão disse...

Sou fã das pedras!

Abraços,

Araceli Sobreira

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