quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Somos todos margem e nau

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Civone Medeiros na Performance LIVROCORPO, foto Flávio Aquino



roubaram-me o carro,
a casa, a conta bancária,

menos a alma, vaga,
nimbo sem perfeição.

esporraram-me a cara,
enrugada condição.

Lou Vilela




14 comentários:

Fouad Talal disse...

A alma? Eles compram, mas não pagam caro, nós sim.

Porrada de poema Lou.
Bjo.

Wilson Torres Nanini disse...

Lou,

se soubessem como se carrega uma alma...

Abraços!

Aline disse...

a alma tambem sabe levantar e sacudir a poeira? Tomara que sim.

que bom.

Assis Freitas disse...

sine qua non,


cheiro

Renata de Aragão Lopes disse...

"menos a alma"

beijo,
Doce de Lira

Decifra-me ou Devoro-te disse...

parabéna, a alma vaga, mas não pode ser roubada, pode estar perdida, mas era sempe nossa rs

Francy´s Oliva disse...

Depois de lê-la fiquei em dúvida do que ainda não roubam!
bjs.

Vais disse...

Saudações, Lou,
e vagamos sem carro, sem casa, sem conta/números
almas, essências, espíritos imperfeitos in(condicionados

tá lá na caxanga um som pra você direto do Maranhão

beijos muitos e tudo de bom

Marcelino disse...

A divisão dos versos ficou perfeita, as vírgulas, a ideia: tudo lindo, parabéns, poeta.

Adriana Karnal disse...

Lou,
o carro te compro outro, tua poesia, me empresta?

Noslen ed azuos disse...

olá vim conhecer e gostei ,
estarei te visitando!!!

ns

Daniela Delias disse...

Forte e lindo...eu simplesmente a-d-o-r-o te ler...
Bjos!

Elisa T. Campos disse...

Que lindo, Lou

bjs

Rosangela disse...

Lou, muito belo... Sutil e belo!
Bjs poéticos.