sábado, 14 de fevereiro de 2015

Bacante II

ficou aquela sensação
a de sentir na garganta
o travo, a tez, sua ranhura
um último gole–poema
nu[m]a noite sem mesuras

Lou Vilela

Um comentário:

Simone Lima disse...

Desnudar-se em poesia. É tão bonito o jeito como você faz isso!

Beijoo'o