quarta-feira, 27 de maio de 2009

Diário de uma notívaga

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A noite despiu-se
len ta mente...
vulgar e despudorada.

Diante da minha impotência
adormeci desconhecida
de seus mistérios...

[quiçá para não me perder]



Lou Vilela

Recife, 27/05/09



* Este poema foi publicado no Teorema da Feira. Para mim, uma honra! Obrigada, Lívio!

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9 comentários:

Úrsula Avner disse...

Belo Lou ! Admiro muito a sensibilidade poética com que vc escreve. Bjs.

Adriana Godoy disse...

Cada vez mais admiro os seus poemas, pela qualidade, pela sensibilidade. Amei. Beijo.

Mirse disse...

Belíssimo, Lou!

Há nos seus poemas um ar sensual oculto. Um lirismo divino!

Espêndiso!

Beijos

Mirse

Fátima Campilho disse...

Lou,
"Len ta mente acompanho seus versos e contos.
Você tem se superado.
Abraços

james p. disse...

Lou querida,o que admiro em você é a sua concisão precisa,voc~e não precisa de muitas palavras para atingir o alvo poético.(à vezes sua poesia me lembra a da Hilda Hilst).Parabéns por mais esse 'presente' poético para todos nós.Grande abraço.

Cosmunicando disse...

notívaga assumida, adoro me perder na vaga luz noturna... adorei esse poema =)

beijos

Guru Martins disse...

...lúbrica
e sugestiva
como a noite
uma promessa...

bj

nina rizzi disse...

sim, de fato, sensibílissimo :)
a gente vai se achando dentro da calada noite.. dentro de nós.

beijo :)

Adriana disse...

Lou,
que lindo, a noite é sempre despudorada.