quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Desafinado II

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Ouçam um "rouxinol" pernambucano ;), 
É só clicar na imagem.




ainda canto e desafino
[o tempo dosará im.pulsos]
ao pé de ouvidos surdos
ora jazz, ora blues... ora porra!
por que não nasci rouxinol? 

Lou Vilela


* O poeta Assis Freitas dialogou com este poema. Clique aqui para encantar-se.


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25 comentários:

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Ué, e toda mulher não é tão bela quanto?

Hercília Fernandes disse...

Adoro seu canto, Lou.

É de uma doçura e propriedade que não a fazem perder o tom, seja a melodia jazz ou blues.

Beijos,
H.F.

Talita Prates disse...

Passei por aqui, Lou,
gostei do que li (pra variar)
e agora vou ouvir o "rouxinol".

Um bjo!

Ígor Andrade disse...

Bonito!

Lou Vilela disse...

Imagino que sim, Francisco! rs

Bjs

Lou Vilela disse...

Hercília,

Sua apreciação é sempre bem-vinda! Obrigada!

Bjs

Lou Vilela disse...

Talita, observei que a figura estava direcionando para um outro link, agora, devidamente corrigido.

Bjs

Lou Vilela disse...

Valeu Ígor!

Grande abraço!

Assis Freitas disse...

Mas quem disse que não és pássaro? Abraço.

Graça Pires disse...

Fantástico modo como manobra as palavras que fazem o poema e nos deixam ouvir o canto do rouxinol.
Um beijo, Lou.

nina rizzi disse...

ora, mas quando vc canta
sua voz me vem, melhor que rouxinol...

um beijo, lou.

Adriana Godoy disse...

Demais, Lou...esse poema eu queria ter feito. beijo

Lou Vilela disse...

Assis,

Será que vem daí essa vontade de voar? ;)

Bjs

Lou Vilela disse...

Graça,

algumas manobras são custosas, mas a gente tenta.

Beijos, minha cara!

Lou Vilela disse...

Ninuska,

bom saber o alcance da voz. ;)

cheiro procê

Lou Vilela disse...

Dri Godoy,

parte do poema cabe ao leitor, portanto...

de qq forma, é muito bom ter essa referência, viu? estou lisonjeada.

Bjs

Nydia Bonetti disse...

"Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz"!

Lindo, Lou. Beijooos.

BAR DO BARDO disse...

Gostei da marginalidade...

A Magia da Noite disse...

às vezes não é preciso ser rouxinol para (en)cantar.

Wania disse...

Lou

Ahahhh...se todas as desafinações fossem assim tão belas...

Belo voo com seu amigo Assis!

Bjs

Lou Vilela disse...

Obrigada, Nydia! Beijão

Lou Vilela disse...

Gosto de quando gostas, Henrique. ;)

Abraços

Lou Vilela disse...

Bem vinda "A Magia da Noite". Você está certíssima!

Abraços e obrigada pela visita!

Lou Vilela disse...

Wania,

O Assis é um grande poeta! ;) E me deu um belo presente dialogando com este poema.

Beijos

Lou Vilela disse...

Meus caros,

É sempre um prazer recebê-los! ;)

Beijo a todos