sábado, 20 de novembro de 2010

Em outra seara

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Olá, meus caros! Saudades... – ainda não estou conseguindo aparecer frequentemente.

Hoje, trago uma novidade: tive a grata satisfação de saber que o meu poema 'Leitura suicida II' está concorrendo ao texto da semana no site da Tribo. Caso queiram me presentear com um voto, o link está aqui. Independentemente disso, vale a pena passar lá para conhecer o espaço e participar dos eventos promovidos pela editora.

Agradeço pela atenção e desejo a todos um excelente final de semana!

Beijos,
Lou



p.s.: Continue lendo para "ouvir",  logo abaixo, o canto do Azulão.

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4 comentários:

Mai disse...

Há tanto que se dizer sobre o canto e o pranto pelo sangue que escorre dos negros de África, nos veios dos rios desse Brasil...[e que, infelizmete, ainda se ouve.]

Estive no site da Editora Tribo, votei e adicionei o site em meus favoritos.

E gostei demais daquele teu poema.

Aquele tipo é o único suicídio a que eu me submeto, porque dele renasço feliz a cada dia.(risos)

Beijos e bom final de semana

Assis Freitas disse...

vou lá,


cheiro

Francisco Coimbra disse...

Lou,
Não votei por causa dos "arrecifes", soa a arre...; não sei se no Brasil a palavra existe, para lá duma utilização que não tem correspondência nos dicionários?
Avisa se tirar o ar e deixar a pedra :)
Abraço transatlântico!!

Lou Vilela disse...

Prezado Francisco Coimbra,

Aqui, arrecife = grande barreira rochosa de arenito (recifes) que se estende pela costa.

Moro no estado de Pernambuco - nome que vem do tupi-guarani e significa "onde o mar arrebenta" -, na cidade de Recife - rasif, que soa similar a Recife, é uma palavra árabe cuja tradução é "terreno pavimentado com lajes, estrada pavimentada com rochedos". Existem outras definições, mas até onde sei, nenhuma delas com o "tom" pejorativo.

Independente de voto, sua presença enriqueceu o nosso espaço.

Obrigada pelas considerações!

Abraços,
Lou