domingo, 10 de janeiro de 2010

Catarse

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Blues Club, Steve Underwood



Ao longe, ouvia-se o blues...
Uma folha sangrava (im)pulsos
: escrever salva.

Lou Vilela



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8 comentários:

BAR DO BARDO disse...

... é bem isso. Bom...

Anônimo disse...

Dar forma a dor que pode ser ouvida à distância é para poucos, teacher. Saudades das aulas que mesclavam administração e poesia.

Cris

Marcelo Novaes disse...

Lou,



A folha sangrava?

Escrever: sálvia.






Beijos,







Marcelo.

Mirse Maria disse...

Lindo, Lou!

Como sempre!

Beijos

Mirse

Assis Freitas disse...

Blues é alma à vista. Lindo.

Nydia Bonetti disse...

Lou

Costumo dizer que a poesia nos salva de nós mesmos. Mas é tão bom quando nela nos perdemos... :)

beijo.

ErikaH Azzevedo disse...

Escrever salva-nos de nós mesmos... já dizia a Clarice.

Eu escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém.
Provavelmente a minha própria vida. Viver é uma espécie de loucura que
a morte faz. Vivam os mortos porque neles vivemos.

C. Lispector.


Assim também sinto..escrever como ato de reciclagem de tudo que me transborda, de tudo que faz me sentir afogar em mim mesma.

Quando escrevo sinto-me a tona, na superfície de mim mesma.

beijo a ti Lou.

Erikah

Talita Prates disse...

Escrever tem sido minha transcendência.

Maravilhoso, Lou.

Bjo.